Segurança Social pretende recolher dados dos processos individuais ao longo do trimestre
" Em estado muito adiantadon é como se encontra o processo de registo dos sem-abrigo existentes em Portugal. Escolhidos estão já 20 destes cidadãos para darem o pontapé de partida no projecto de reinserção social: Casas Primeiro.
O recenseamento dos cerca de três mil sem-abrigo que se estima existirem no país está a ser feito pelo Instituto de Segurança Social (ISS), em estreita articulação com várias Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), e "estará concluído ao longo do primeiro trimestre de 2010", afirmou ao JN o presidente do ISS, Edmundo Martinho.
"Temos trabalhado de forma conjugada com as IPPS que estão no terreno e conhecem de perto esta realidade, para se fazer um recenseamento completo da população sem-abrigo", explicou este responsável, acrescentando que não se encontra concluído, mas "em estado muito adiantado".
"O objectivo não é apenas saber o nome e proceder à identificação do cidadão. É, sobretudo, conhecer as circunstâncias em que vive e os motivos que o levaram a essa condição", adianta Edmundo Martinho. "
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" Em estado muito adiantadon é como se encontra o processo de registo dos sem-abrigo existentes em Portugal. Escolhidos estão já 20 destes cidadãos para darem o pontapé de partida no projecto de reinserção social: Casas Primeiro.
O recenseamento dos cerca de três mil sem-abrigo que se estima existirem no país está a ser feito pelo Instituto de Segurança Social (ISS), em estreita articulação com várias Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), e "estará concluído ao longo do primeiro trimestre de 2010", afirmou ao JN o presidente do ISS, Edmundo Martinho.
"Temos trabalhado de forma conjugada com as IPPS que estão no terreno e conhecem de perto esta realidade, para se fazer um recenseamento completo da população sem-abrigo", explicou este responsável, acrescentando que não se encontra concluído, mas "em estado muito adiantado".
"O objectivo não é apenas saber o nome e proceder à identificação do cidadão. É, sobretudo, conhecer as circunstâncias em que vive e os motivos que o levaram a essa condição", adianta Edmundo Martinho. "
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